O futuro do Direito Digitcal não será definido exclusivamente pela proteção de dados pessoais, pela inteligência artificial ou pelo Direito Concorrencial.
A inteligência artificial deixa de ser ferramenta complementar para se tornar elemento central na automação, investigação e resposta a incidentes cibernéticos.
Crescimento do acesso a investimentos amplia a necessidade de compreender riscos que muitas vezes ficam ocultos por trás de promessas de rentabilidade.
Em um mercado marcado por mudanças aceleradas, empresas são pressionadas a substituir modelos rígidos por estruturas mais ágeis e orientadas por dados.
Especialista aponta que iniciativas de inclusão, qualificação e conscientização nas empresas contribuem para ampliar a participação de profissionais com TEA no setor de tecnologia.