Setor de serviços impulsiona valuation de R$ 270 milhões da Lavanderia 60 Minutos

Crescimento de 3,1% nos serviços em 2025 amplia demanda por autosserviço e reforça desempenho de redes de lavanderias nas cidades
Divulgação/Lavanderia 60 minutos
Divulgação/Lavanderia 60 minutos

O crescimento de 3,1% do setor de serviços em 2025 contribuiu para a consolidação do valuation de R$ 270 milhões da Lavanderia 60 Minutos, segundo dados do próprio setor, em um cenário marcado pela expansão de soluções de conveniência urbana, especialmente nas grandes e médias cidades do país.

De acordo com projeções econômicas, os serviços seguem sustentando a atividade econômica brasileira neste ano, com expectativa de avanço superior a 4% nos serviços prestados às famílias. O movimento é atribuído ao aumento populacional nas capitais, à redução das áreas internas dos imóveis e à busca por alternativas que economizam tempo no cotidiano.

Além disso, a digitalização do consumo impulsionou modelos de autosserviço e plataformas de atendimento, que passaram a registrar taxas de crescimento de dois dígitos. Nesse contexto, lavanderias self-service ganharam espaço como parte da infraestrutura urbana, associadas à eficiência no uso de água, energia e custos operacionais.

É nesse ambiente que a Lavanderia 60 Minutos alcança valuation de R$ 270 milhões, refletindo, conforme o setor, a maturidade das operações de autosserviço e a demanda recorrente por soluções ligadas ao dia a dia das famílias. A expansão ocorre paralelamente ao aumento da densidade urbana e à adoção de tecnologias de monitoramento e padronização operacional.

“Os dados mostram que serviços essenciais ganharam outra função no cotidiano, deixando de ser um complemento e passando a integrar a rotina urbana de forma estruturada”, afirma Isaelson Oliveira, CEO do Grupo HI. Segundo ele, o valuation indica um setor alinhado às transformações no comportamento do consumidor.

Serviços ligados ao lar estão entre os que mais absorvem demanda estrutural, impulsionados por jornadas de trabalho mais extensas e pela reorganização das rotinas domésticas. Cidades médias, fortalecidas após o processo de interiorização no período pós-pandemia, ampliaram o mercado potencial para operações de autosserviço, especialmente entre estudantes e famílias que buscam flexibilidade.

Paralelamente, o aumento dos custos de energia e água reforçou a migração para modelos que otimizam recursos e oferecem maior eficiência operacional. Redes com padronização técnica e presença nacional acompanharam esse avanço, apoiadas na recorrência de uso e na estabilidade da demanda.

Para analistas do setor, 2026 deve manter o ritmo de expansão dos serviços de conveniência, sobretudo aqueles baseados em tecnologia, rapidez e economia de tempo. Modelos de autosserviço tendem a ganhar relevância com o adensamento urbano e a redução dos espaços residenciais.

“O setor amadureceu e hoje responde de forma muito precisa ao comportamento real das famílias, que buscam soluções práticas e eficientes”, afirma Isaelson Oliveira, CEO do Grupo HI. Na avaliação da empresa, o fortalecimento do patrimônio acompanha a tendência de crescimento contínuo dos serviços essenciais, independentemente do ciclo econômico.

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